Débora Santos, Advogado

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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 2 anos
@rgadine o nosso desentendimento aqui de fato se deu porque num assunto que tinha por tema os problemas burocráticos impostos pela CNJ para que um trabalhador receba por seu trabalho já prestado, o senhor descambou a defender a liberdade de o cidadão poder se defender e falou em um "tom" que realmente a mim soou como um profundo desprezo por nossa classe, e por isso reagi tão mal. Mas, passou. Quanto à sua questão, eu não tenho nada contra a liberdade de o cidadão poder se defender. Isso não irá afetar a vida dos bons advogados, porque nós, os bons, somos contratados por indicação. A maioria dos meus clientes são pessoas humildes com direito a Defensoria Pública e assessoria universitária. Mas a eles foi indicado a minha pessoa e que "valia a pena". Meu trabalho, de alguma forma, fala por mim e não deixo de ter clientes. O cidadão deveria sim poder ter mais liberdade de escolha. Não tenho nada contra isso. Mas a maioria continuaria nos contratando, assim como contratam despachantes. O que um despachante faz, qualquer um pode fazer. Tenho um tio que tem uma paciência de Jó de fazer tuuuuudo sozinho. E dá-lhe cartórios e carimbos e filas e chás de cadeira. Ele se recusa a pagar por algo que ele mesmo pode fazer (tipo o senhor, eu acho). Mas ele é minoria. A maioria dos despachantes estão com os escritórios cheios. A população não quer ficar batendo cabeça, eles preferem que um profissional faça com mais eficiência o que estudaram e treinaram para fazer e estão dispostos a pagar por isso. Então, por mim ó, tudo bem que a legislação permita que a pessoa possa se defender sozinha. Eu não ligo. Mas da remuneração pelo serviço que eu realizei, faço questão e me dou o direito de me revoltar com imposições como essa do CNJ que nos prejudica e muito no nosso ganha pão e no sustento de nossas famílias.

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